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20 dicas aos profissionais de saúde

Posted in Colaboração on 19 dezembro, 2013 by Bruno Brasil

Aos Auxiliares de enfermagem e enfermeiros

1 – Ser idoso não é sinônimo de surdez
Por favor fale baixo, não suponha que o doente é surdo por conta da idade

2 – Não é só mais um furinho
Se para você é só a primeira tentativa para pegar o acesso, para o paciente podem ser anos e cerca de 10 furos em um só dia nessa mesma tentativa.

3 – Se vc fala dos outros pacientes, fala de mim também
Por favor, já temos problemas demais, não contem fofocas sobre os outros pacientes.

4 – Alow… estou aqui!!
Não entre no quarto conversando com o colega como se estivesse em um passeio no shopping – Estou aqui e é madrugada, seja discreto, faça o essencial e saia ( por favor, sem bater a porta bruscamente).

5 – Ei, onde estamos mmo?
Sua alegria excessiva não é contagiante para quem está há dias enclausurado em um quarto. Contenha-se ao contar suas estripulias de fim de semana para o companheiro de trabalho.

6 – “No” salto, “Never”
Mesmo em silêncio, os corredores de um hospital ecoam sons de dor e de sofrimento. Não necessitamos do eco dos saltos apressados e inconvenientes. Tenha bom senso e obedeça as normas.

7 – Estou te ouvindo!
De repente, a voz que estava alta fica baixinha e é ai que os ouvidos ficam aguçados… Afinal, vcs estão falando do paciente e ele quer saber o que está errado e o familiar também… Sugestão: Use essa altura de voz sempre, pois é adequada durante toda a estadia no quarto!

8 – Paciente em isolamento – use luva e avental
Não questione nem desobedeça o aviso na porta, afinal, se o paciente contrair infecção hospitalar demandará muito mais trabalho. Não alegue falta de tempo e ativismo pois não somos uma linha de produção. E tenho certeza de que se fosse contagioso vc certamente estaria usando essa proteção.

9 – Quem é o veículo de contaminação?
Não pense que o paciente é o maior veículo de contaminação, principalmente porque vc passa por diversos leitos e carrega em seu avental mais contaminação que o próprio paciente que está em isolamento devido a baixa resistência. Se não é contagioso para você, não minimize o problema ignorando as recomendações sobre o uso de avental e luva.

10 – É proibido perguntar
Se não sabe o que o paciente tem, leia o prontuário. É desagradável a família responder a mesma pergunta o tempo todo na frente do paciente. Principalmente em fase paleativa e com doenças graves.

Resumindo; Reconheço que o trabalho de vcs é árduo e importante… Sem a vossa ajuda seria tudo mais difícil em um hospital. Vcs auxiliares, trazem a responsabilidade do dia – a – dia e a convivência diária com o paciente. Vcs geralmente são mais próximos que qualquer outro profissional. Estrutura alguma pode substituir sua humanização, seu profissionalismo e sua ética. Afinal, uma “boa estadia” depende praticamente disso e da boa vontade de vcs.

Aos Médicos 

1 – Tempo de qualidade
Sua visita é tão rápida, por favor dê-me então, um tempo de qualidade. Ouça -me com a devida atenção e responda-me.

2 – Alow… estou aqui!! (2)
Sou uma pessoa em situação delicada; parar de olhar para o prontuário enquanto fala comigo é o mínimo que vc pode fazer por mim… É também sinal de que vc já reconhece o paciente, sabe do que se trata e não está lendo desesperadamente o prontuário para saber.

3 – Ainda não morri…
Não fale do paciente com seus familiares como se ele já estivesse morto. Eles sabem que ele está em fase terminal, mas ainda está vivo e precisa de qualidade de vida em seus últimos dias. E nessa fase, os cuidados e sensibilidade devem ser redobrados tanto com o paciente quanto com os familiares que sofrem também.

4 – Se o senhor não sabe o que o paciente tem, acho que é melhor eu perguntar para a faxineira pois talvez ela saiba… Por favor, informe-se sobre o paciente antes de visitá-lo. Afinal, qual é mesmo o motivo da sua visita tão esperada?

5 – Se vc não é o único médico do paciente, comunique-se com os demais antes de dar alta para saber se os outros médicos concordam. Falsas expectativas não ajudam em nada o paciente.

6 – I don’t speak english
Apesar de ter feito uma faculdade, não fiz medicina nem tenho pretenções em ter a mesma formação que vc. Então não me olhe como se eu fosse burra, tenha paciência comigo e explique-se de forma coerente.

7 – Cumé???
Seja bonzinho doutor e decodifique o laudo e procedimentos a serem realizados. Fale minha língua por favor, não a do médico, do jornalista ou do advogado; use uma linguagem que possa atingir a todos indistintamente! Se existe alguma matéria na faculdade sobre decodificação, acho que a maioria cabulou rs! Ouvir a maioria dos médicos falar, é como ler bula de remédio, só que sem a oportunidade de ter um dicionário ou o google do lado! rs

8 – Decifra-me
Eu sei que vc está com pressa, mas escreva devagar, afinal, ocuparei mais do seu tempo se tiver que retornar para decifrar o receituário ilegível.

9 – Sim doutor, nós também trabalhamos e precisamos de atestado de acompanhante por cada dia de trabalho perdido. Não nos mande falar com a recepção porque vc sabe que retornaremos a vc novamente! Obrigada!

10 – Para terminar doutor, lembre-se… Vc é um profissional… Não tem que se sentir superior a ninguém sabendo que um dia vc poderá estar do nosso lado, como paciente ou acompanhante.

Por Abigail Aquino Após 5 anos como acompanhante do seu pai e mãe em hospitais públicos e particulares de SP.

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Tem que perguntar!

Posted in Colaboração on 11 novembro, 2013 by Bruno Brasil

Compartilho com você essa reflexão que recebi esses dias de um professor amigo que tive no seminário.

Até mesmo os fãs do Tony Ramos já estão perdendo a paciência. Virou piada! E tem que virar mesmo já que este marketing agressivo quer nos convencer de que precisamos entrar nesta guerra estúpida do consumismo em que as grandes vítimas são os consumidores. Por isso, não vale a pena perguntar se a carne é “Friboi”, mas é muito importante perguntarmos se carne é boa. Nisto o Sr. Tony está corretíssimo: é preciso perguntar já que há muita gente vendendo carne estragada, e carne estragada é veneno. Então, não se pode ter vergonha de perguntar. Se um louco quer me vender carne estragada, eu é que não quero ser louco de comprar. Precisa perguntar sim, sobre a natureza e procedência da carne. A vida está em jogo a cada quilo! Não dá para negociar quando o assunto é a preservação da vida. É questão de saúde pública! Agora, é bom perguntar também a respeito da “carne” vendida na Política, na Religião, na Educação, na Mídia, no Comércio, etc. Tudo isto me reporta a Sócrates. Ele desenvolveu um método que foi batizado de maiêutica (dar à luz a verdade ‘parto’). A pedagogia de Sócrates consistia basicamente em usar o bom humor (ironia) para jogar no chão (desconstruir) o edifício do pseudo (falso) conhecimento a fim de que um novo e belo edifício viesse à luz! Vale a pena lembrar de que ele aprendeu aos pés da melhor professora: sua querida mãe, que era parteira. Aprendeu que o melhor mestre, como a parteira, ajuda às “crianças” a verem à luz do conhecimento/verdade. É preciso ainda se lembrar de que Sócrates percebeu que o melhor instrumento para este processo são as perguntas. Séculos depois, Jesus retomaria a arte de perguntar. Jesus, o mestre dos mestres, ajudava a todos a dar à luz a verdade e, consequentemente, a espancar as trevas da ignorância. Não é de se admirar que ninguém tenha sido tão hábil em fazer perguntas como ele. Paulo, outro grande mestre, nos ensina: “Julgai (questionai) todas as cousas, retende o que é bom”. (I Tss 5.21). Mas é bom estar consciente que fazer perguntas pode ser muito arriscado, sempre há os falsos “mestres” que detestam perguntas, não suportam ser questionados e podem até dar coices. No entanto, apesar do risco, vale a pena perguntar, se o “mestre” se irritar, não é digno da pergunta.  Aliás, não há perguntas tolas, se forem honestas; mas pode haver perguntas capciosas (hipócritas, que procuram enganar, disfarçar, testar). Todos os que querem se desenvolver na arte das perguntas precisam prestar atenção às crianças: é um mundo de perguntas! Haja paciência para tantos por quês? Então, fica a dica: tem que perguntar, não se pode ter vergonha!

Pr. Israel Sifoleli

Tudo ter nada possuir

Posted in Colaboração with tags , on 16 maio, 2012 by Bruno Brasil

Vale a pena a reflexão…

Paradoxo é uma figura de linguagem que apresenta uma aparente contradição, como por exemplo a famosa expressão “é dando que se recebe” ou a advertência de Jesus afirmando que “ganha a vida quem a perde por amor a ele”.

Reino de Deus é um conceito do cristianismo, semelhante a reino dos céus, e até mesmo céu. O reino de Deus pode ser o ambiente onde a vontade de Deus é feita na terra como no céu, ou também uma qualidade de relacionamento com Deus, onde aquele que participa do reino de Deus não vive mais para si mesmo mas para o próprio Deus, e, finalmente, o status de uma realidade, isto é, o reino de Deus está onde as coisas são exatamente do jeito como Deus quer que sejam.

Experimentar ou participar do reino de Deus, portanto, é viver para Deus e sob o cuidado de Deus, promovendo a vontade de Deus em todos os ambientes de nossa influência, de modo que a realidade vá se tornando cada vez mais como Deus quer que ela seja, até que toda a terra se encha do conhecimento da glória de Deus como as águas cobrem o mar.

Os paradoxos do reino de Deus são que quando passamos a viver para Deus, abrimos mão de tudo quanto temos e somos, e, em vez de ficarmos com nada, ficamos com tudo, pois quem está sob o cuidado de Deus, de nada tem falta, de modo que temos tudo, mas vivemos como se nada tivéssemos, pois quem vive para Deus não está apegado a nada, senão ao próprio Deus.

O discipulado de Jesus Cristo implica ter tudo em Deus, mas viver como se nada tivesse, desapegado de tudo, olhando para tudo que é seu como se seu não fosse, colocando tudo o que tem a serviço dos interesses de Deus, para que em todas as coisas a vontade de Deus prevaleça e o mundo se encaixe nos propósitos de Deus. Assim viviam os cristãos do primeiro século: “da multidão dos que creram, uma era a mente e um o coração. Ninguém considerava unicamente sua coisa alguma que possuísse, mas compartilhavam tudo o que tinham”; “os que criam mantinham-se unidos e tinham tudo em comum… vendendo suas propriedades e bens, distribuíam a cada um conforme a sua necessidade”; “quem tinha recolhido muito não teve demais, e não faltou a quem tinha recolhido pouco”.

O discipulado de Jesus Cristo implica nada ter, mas viver como se tudo tivesse, andando em segurança, pois aquele que tem a Deus, de que mais necessita? Assim ensinam as Sagradas Escrituras: “O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta”; “Deleite-se no Senhor, e ele atenderá aos desejos do seu coração. Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e ele agirá: ele deixará claro como a alvorada que você é justo, e como o sol do meio-dia que você é inocente. Descanse no Senhor e aguarde por ele com paciência; não se aborreça com o sucesso dos outros”; “Desde os tempos antigos ninguém ouviu, nenhum ouvido percebeu, e olho nenhum viu outro Deus, além de ti, que trabalha para aqueles que nele esperam”; “Não se preocupem com sua própria vida, quanto ao que comer ou beber; nem com seu próprio corpo, quanto ao que vestir. Observem as aves do céu, o Pai celestial as alimenta. Não têm vocês muito mais valor do que elas?”; “… Deus suprirá todas as necessidades de vocês, de acordo com as suas gloriosas riquezas em Cristo Jesus”.

Retirado: http://outraespiritualidade.blogspot.com.br/2007/03/tudo-ter-nada-possuir.html
Em: 15.05.2012

BBB – Lamentável !

Posted in Colaboração on 20 janeiro, 2012 by Bruno Brasil

Este texto, mesmo não sendo de Luis Fernando Veríssimo (como está rodando na Internet) parece ser bem sensato ao “espírito do BBB”… que está presente em muitas casas, necessitando urgentemente de ser expulso das casas e da alma dos brasileiros… Lamentável!
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P/Marcelo Guido

Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. A décima (está indo longe) edição do BBB é uma síntese do que há de pior na TV brasileira.

Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência.
[…artigo na íntegra – link no final da página…]

Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível.

Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade.

Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis.

Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis?

Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores), carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados.

Heróis são milhões de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia.

Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna.

Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns).

Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo.

O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral.

São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o escolhido receba um milhão e meio de reais.

E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a “entender o comportamento humano”.

Ah, tenha dó!!! Veja o que está por de tra$$$$$$$$$ $$$$$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais.

Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão.

Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros?

(Poderiam ser feitas mais de 520 casas populares ou comprar mais de 5.000 computadores )

Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores.

Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um artigo de Jabor, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa…, ir ao cinema…, estudar… , ouvir boa música…, cuidar das flores e jardins… , telefonar para um amigo… , visitar os avós… , pescar…, brincar com as crianças… , namorar… ou simplesmente dormir.

Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade.

http://www.usinadeletras.com.br/exibelotexto.php?cod=56131&cat=Artigos

Resoluções para o Ano Novo

Posted in Colaboração on 3 janeiro, 2012 by Bruno Brasil

Deixo algumas sugestões do pregador Ed Renê Kivitz e aproveito para desejar um excelente 2012 repleto do Evangelho em sua vida.
Beijão!

Ed Renê Kivitz escreve ítens que você cristão deve seguir em 2012.

Sugestões para 2012

Ed Renê Kivitz – Igreja Batista em Água Branca

#1

Não assuma compromissos do tipo “vou iniciar uma dieta”, “vou começar alguma atividade física”, “vou terminar o curso de inglês”. Esse tipo de coisa serve apenas para acumular culpa e frustração sobre os seus ombros.

#2

Não acredite nesse pessoal que diz que “sem meta você não vai a lugar nenhum”. Pergunte a eles por que, afinal de contas, você tem que ir a algum lugar. Trate esses “lugares futuros imaginários” apenas como referência para a maneira como você vive hoje – faça valer a caminhada: se você chegar lá, chegou, se não chegar, não terá do que se arrepender. A felicidade não é um lugar aonde se chega, mas um jeito como se vai.

#3

Não pense que você vai conseguir dar uma guinada na vida apenas mudando o seu visual. É a alegria do coração que dá beleza ao rosto, e não a beleza do rosto que dá alegria ao coração.

#4

Não faça nada que vá levar você para longe das suas amizades verdadeiras. Amizades levam um tempão para se consolidar e um tempinho para esfriar, pois assim como a proximidade gera intimidade, a distância fragiliza os vínculos.

#5

Não fique arrumando desculpas nem explicações para as suas transgressões. Quando cometer um pecado, assuma, e simplesmente diga “fiz sim, me perdoe”. Comece falando com Deus e não pare de falar até que tenha encontrado a última pessoa afetada pelo que você fez.

#6

Não faça nada que cause danos à sua consciência. Ouça todo mundo que você confia, tome as suas decisões, e assuma as responsabilidades. Não se importe em contrariar pessoas que você ama, pois as que também amam você detestariam que você fosse falso com elas ou se anulasse por causa delas.

#7

Não guarde dinheiro sem saber exatamente para que o está guardando. Dinheiro parado apodrece e faz a gente dormir mal. Transforme suas riquezas em benefícios para o maior número de pessoas. É melhor perder o dinheiro que ocupa seu coração, do que o coração que se ocupa do dinheiro.

#8

Não deixe de se olhar no espelho antes de dormir. Caso não goste do que vê, não hesite em perder a noite de sono para planejar o que vai fazer na manhã seguinte. Ao se olhar no espelho ao amanhecer, lembre que com o sol chega também a misericórdia de Deus: a oportunidade de começar tudo de novo.

#9

Não leve mágoas, ressentimentos e amarguras para o ano novo. Leve pessoas. Sendo necessário, perdoe ou peça perdão. Geralmente as duas coisas serão necessárias, pois ninguém está sempre e totalmente certo. Respeite as pessoas que não quiserem fazer a mesma viagem com você.

#10

Não deixe de se perguntar se existe um jeito diferente de viver. Não acredite facilmente que o jeito diferente de viver é necessariamente melhor do que o jeito como você está vivendo. Concentre mais energia em aprender a desfrutar o que tem do que em desejar o que não tem.

#11

Não deixe o trabalho e a religião atrapalharem sua vida. Cante sozinho. Leia poesias em voz alta. Participe de rodas de piada. Não tenha pressa de deixar a mesa após as refeições. Pegue crianças no colo. Ande sem relógio. Fuja dos beatos.

#12

Não enterre seus talentos. Nem que seu único tempo para usá-los seja da meia noite às seis. Ninguém deve passar a vida fazendo o que não gosta, se o preço é deixar de fazer o que sabe. Útil não é quem faz o que os outros acham importante que seja feito, mas quem cumpre sua vocação.

#13

Não crie caso com a mulher ou com o marido. Nem com o pai nem com a mãe. Nem com o irmão nem com a irmã. Caso eles criem com você, faça amor, não faça a guerra. O resto se resolve.

#14

Não jogue fora a utopia. Ninguém consegue viver sem acreditar que outro mundo é possível. Faça o possível e o impossível para que esse outro mundo possível se torne realidade.

#15

Não deixe a monotonia tomar conta do seu pedaço. Ninguém consegue viver sem adrenalina. Preste bastante atenção naquilo que faz você levantar da cama na segunda-feira: se for bom apenas para você, jogue fora ou livre-se disso agora mesmo. Caso não queira levantar da cama na segunda-feira, grite por socorro.

#16

Não deixe de dar bom dia para Deus. Nem boa noite. Mesmo quando o dia não tiver sido bom. Com o tempo você vai descobrir que quem anda com Deus não tem dias ruins, apenas dias difíceis.

#17

Não negligencie o quarto secreto onde você se encontra com seu eu verdadeiro e com Deus – ou vice-versa. Aquele quarto é o centro do mundo – o mundo todo cabe lá dentro, pois na presença de Deus tudo está e tudo é.

#18

Não perca Jesus de vista. Não tente fazer trilhas novas, siga nos passos dEle. O caminho nem sempre será tão confortável e a vista tão agradável, mas os companheiros de viagem são inigualáveis.

#19

Não caia na minha conversa. Aliás, não caia na conversa de ninguém. Faça sua própria lista. Escolha bem seus mestres e suas referências. Examine tudo. Ouça seu coração – geralmente é ali que Deus fala. Misture tudo e leve ao forno.

#20

Não fique esperando que sua lista saia do papel. Coloque o pé na estrada. Caso não saiba por onde começar, não tem problema. O sábio disse ao caminhante que “não há caminho, faz-se caminho ao andar”.

Qual dessas dicas mais te confronta? E quais são suas resoluções de Ano Novo?

Fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=16637

Culto ou Show?

Posted in Colaboração on 20 dezembro, 2011 by Bruno Brasil

Acho que nem preciso comentar…

Conhecendo a nossa família

Posted in Colaboração on 7 abril, 2011 by Bruno Brasil

Gente amada de Deus!

Tem um tempinho que não escrevo no blog. Ando ocupado com algumas outras coisas, mas penso logo logo voltar a escrever com certa frequencia.

Deixo para o momento um texto simples, porém carregado de um significado muito especial. É de um professor e amigo meu.
Vale a pena conferir.
Boa leitura!

Em meu livro anterior, Teófilo, escrevi a respeito de tudo o que Jesus começou a fazer e a ensinar, até o dia em que foi elevado aos céus, depois de ter dado instruções por meio do Espírito Santo aos apóstolos que havia escolhido“. (Atos 1.1,2).

A identidade só é completa se houver história. Observe o seu RG. Lá contém dados da sua história, como data de nascimento e nome dos pais. No sobrenome está a história de uma família. Desta, você faz parte e continuará fazendo parte dela muito depois de ter partido deste mundo. Além do nome da família que carregamos, temos outra família, muito mais antiga. Essa família é reunida em torno do nome de Jesus Cristo, e atende pelo nome de “cristãos”.

Lucas, em dois versículos, nos conta um pouco da história da obra de Jesus Cristo, nosso ancestral mais antigo (Rm 8.29). Ele remete seus leitores ao seu livro anterior, isto é, o Evangelho de Lucas. Neste livro ele narrou tudo o que Jesus Cristo começou a fazer e a ensinar, até o dia em que foi elevado aos céus. Certamente que os primeiros cristãos tinham em mente que Jesus não os havia deixado, e muito menos encerrado suas atividades. Jesus continuava entre eles.

No primeiro versículo, Lucas escreve sobre o que Jesus começou a fazer e a ensinar. Sabemos que Jesus não era um mestre de palavras. Muito mais do que isto, Ele era um mestre da ação. Ele não ensinava sem fazer, e não fazia nada sem aproveitar para ensinar. Neste fato está uma importante memória sobre a nossa família, algo que está em nosso DNA: somos pessoas que fazem e ensinam. Nossa família é praticante daquilo que fala (Tg 1.22), e isso vem desde os primórdios da nossa história.

No segundo versículo, Lucas escreve sobre a continuidade da obra de Jesus. O Cristo continuaria a fazer e a ensinar através dos apóstolos que Ele escolhera. Os apóstolos foram as primeiras testemunhas autorizadas por Jesus para proclamar o Reino de Deus. Mas, ao ler o livro de Atos, sabemos que essa proclamação se estendeu a todos os demais cristãos, de todas as tribos, línguas e nações, no tempo e no espaço. Com isso, essa missão chegou até nós. Nossa família ainda está cumprindo a missão que Jesus Cristo deixou.

Ainda no segundo versículo, Lucas escreve sobre o meio pelo qual nossa família realiza a missão. Jesus nos deixou instruções por meio do Espírito Santo. Este é um membro da nossa família cuja responsabilidade é nos encher de poder para sermos testemunhas de Jesus (Atos 1.8). É através Dele que a nossa família permanece unida (Ef 2.18; 4.3). E é através Dele que a nossa família conhece o seu destino (Ef 1.13-14), pois é Ele quem orienta o nosso caminho (Exemplo: At 16.6-10).

Nossa família é a maior de todas as famílias da Terra. Mas nem todos os membros da nossa família se entendem como deveriam. Há divisões, falta de compreensão, falta de conhecimento e entendimento da nossa história. Que através de você, outros irmãos e irmãs conheçam a nossa história. Que através de nós, nossos familiares compreendam a nossa missão. Que através dos cristãos, muitas pessoas sejam inseridas na nossa família, na família de Deus (Ef 2.19).

Israel Mazzacorati
http://www.comunhao.org.br/devocionais/israel-mazzacorati/219-familia.html