Sobre o aborto

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Para o momento vou expressar minha opinião apenas para os casos que hoje não são previstos em lei, ou seja, da mulher em qualquer condição decidir sobre a interrupção da gravidez até o 3º mês de gestação.

Pois bem, sou CONTRA!!!

Sob o ponto de vista do passado:

Contra, pois o país somente colhe os frutos de um incentivo a promiscuidade subliminar, uma vez que as campanhas publicitárias pagas pelo governo são em sua maioria pelo uso de preservativos e não pela valorização da fidelidade conjugal e da ordem familiar.

Sob o ponto de vista do presente:

Contra, pois não estamos diante de uma situação inevitável de gravidez, pois existem diversos meios acessíveis de evitar uma gravidez indesejada. Sei que existem falhas em alguns desses meios contraceptivos, mas são de ordem muito pequena e mesmo ocorrendo, as outras questões que apresento são passíveis dessa negação.

Contra, pois não desejar uma gestação não pode ser visto apenas sob o ponto de vista da mulher, mas do homem e principalmente do feto.

Contra, pois o feto é um ser independente e apenas mantém uma relação de simbiose com a mãe.

Contra, pois não se pode simplesmente transferir para o feto a responsabilidade pela gravidez indesejada. É muito mais pedagógico assumir a própria irresponsabilidade e lidar com o “problema” de frente do que eliminar o “problema” sem ter tido tempo de conversar com ele.

Sob o ponto de vista do futuro:

Contra, pois o índice de relações sexuais promiscua tendem a aumentar, elevando com isso os casos de infidelidade e de doenças sexualmente transmissíveis.

Contra, pois dependendo da demanda para abortos isso poderia levar meses para que a mãe conseguisse a intervenção médica o que continuaria levando muitas mulheres a buscarem outros meios “não legais” para a prática do aborto.

Contra, pois não há garantia legais que o governo dará apoio pós-aborto a estas mães para diminuir os traumas e efeitos psicológicos e emocionais. Isso sim certamente afetaria a saúde pública, considerando o quadro já existente do sistema público de saúde.

Contra, pois diante de um indivíduo com valor o mais correto é lutar pela sua preservação e não o contrário.

Sob o ponto de vista ético:

Quanto à generalização, ou seja, se todas as mulheres colocassem em prática esse direito, pelas vias naturais isso representaria a extinção da humanidade em menos de 100 anos.

Quanto à identificação, ou seja, se nos colocássemos como sendo o feto em potencial que fosse retirado eu nem estaria aqui para expor minha argumentação.

Enfim sou contrário aos casos ainda não previstos nas leis vigentes no país porque não posso ser cúmplice de uma irresponsabilidade onde a maioria das “justificativas” não justificam a retirada de um ser em potencial a vida.

Bruno Brasil

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